Legen
Miguel Mesquita. Licenciado e Mestre em Arquitetura e Mestre em Estudos Curatoriais pela Universidade de Coimbra. Em 2013 integrou o Centro de Estudos Sociais como Jovem Investigador em projetos interdisciplinares com foco nas áreas de arquitetura, sociologia e arte. Iniciou o seu percurso curatorial no Museu de Serralves com o curador João Ribas, tendo colaborado em diversas exposições, entre as quais “Pode o museu ser um jardim?” (2015), “Sob as nuvens: da Paranóia ao Sublime Digital” (2015), “Salomé Lamas: Paraficção”(2015) e “Helena Almeida: O meu trabalho é o meu corpo, o meu corpo é o meu trabalho” (2015 - 2017). Foi Diretor Artístico da galeria BAGINSKI entre 2015 e 2018. Entre outras, foi curador das exposições “Contenção, Dispersão” (2016), a última exposição individual em vida de Arthur Luiz Piza, “Água, Vinho, Coroas de Flores” (2019), de António Neves Nobre e Igor Jesus e “So Many Names”, de Luísa Jacinto (2025-2026); das colectivas “Through Windows" (2020) e “Leap of faith” (2020) e co-curador da exposição “Shiu! O diálogo do Silêncio” (2019) e do circuito de Arte Pública da 7a edição do Walk&Talk (2017). Foi consultor cultural da ARCOlisboa entre 2018 e 2024. É membro fundador do CEENTAA e, desde 2025, Responsável pelo Desenvolvimento e Estratégia Cultural do Quetzal Art Center. Tem participado como orador e moderador em conferências sobre arte e arquitetura. Escreve regularmente para a revista Contemporânea, catálogos e outras publicações de Arte. Editou e concebeu “O que não sabes merece ser descoberto” o catálogo raisonné do festival Walk&Talk. Em 2021-2022 organizou o programa de investigação curatorial PARTE - Portugal Art Encounters, criado no âmbito da promoção da RPAC (Rede Portuguesa da Arte Contemporânea). Tem uma formação em “Agrofloresta e Agricultura Regenerativa”.